Por Rodrigo Lorenzi
Coletivos de fotografia ganham reconhecimento e desvendam talentos em Porto Alegre
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| Fotos: Divulgação |
Após um momento de pouco efervescência cultural de margem em Porto Alegre, manifestações artísticas estão ganhando destaque e reconhecimento pelo público. Os coletivos de fotografia aparecem dentre todas essas artes porque dão cara e voz aos movimentos sociais, à diversão e às gerações que estão fazendo ressurgir a atmosfera criativa e cultural da cidade.
Alguns se encontram por acaso, outros pelo trabalho já consolidado, e também tem quem acaba se conhecendo por causa do ócio. É assim, de maneira incerta e natural que os grupos de fotógrafos se formam. Ideias sem embasamento comercial, pelo menos a princípio, e bastante coragem para expor suas certezas ao público lá fora garantem a coesão necessária para que os projetos dos coletivos fotográficos ganhem corpo, repercussão e reconhecimento. Considerados cultura de margem por fugirem dos estereótipos e dos caminhos óbvios para o sucesso, eles acreditam que têm algo a acrescentar ao cenário cultural, e que as pessoas vão gostar disso. E é verdade. Cada vez mais coletivos como a Volt Project, Ovos e Llamas e Sete / Nove ganham o público pela arte que produzem. Arte que, segundo eles mesmos, pode ser feita por qualquer um.
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