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14 de jul. de 2014

“Em Família”: um fracasso para ser esquecido



Por Arlan Vargas


A atual novela das 21h não emplaca nem diante do público nem da crítica. “Em Família” está no topo do ranking das piores novelas que a Rede Globo já fez. Não se trata de uma opinião, mas de uma constatação a que a própria emissora chegou após aferir diariamente a audiência, cuja média já é a pior da história das produções globais das oito/nove horas, perdendo para “Salve Jorge”, até então o maior fracasso do horário. A audiência despencou dos 40 pontos na Grande SP, quando a Globo exibia a reta final de “Amor à Vida”, para índices inferiores aos 30 pontos. 


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17 de set. de 2013

Desliga o pornô e vai ler um livro

Foto: Tassia Furtado
Por Pedro Veloso

Seja na mão de senhorinhas em sala de espera de consultórios médicos ou com gurias mais jovens nos ônibus, os livros eróticos estão à solta e ao contrario do que se pode imaginar, ninguém está nada constrangido por isso. Se formos até alguma grande livraria de algum shopping (ou acessar o site de alguma delas) vamos ver pelo menos uns quatro deles presentes nas listas de mais vendidos. Três provavelmente serão os livros da trilogia “50 tons de cinza” e mais algum genérico, que pegou carona nesse movimento. Os livros da série “50 tons” venderam mais de 70 milhões de cópias no mundo inteiro e deve virar filme em 2014.




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O moderno virou passado

Por Thays Cruz

Fotos: Thays Cruz
Cercada por uma atmosfera de histórias e curiosidade, objetos passam de dono em dono percorrendo vidas. Quem busca toda essa variedade de estilos e um preço muito mais em conta, acha nos brechós uma nova “marca” para se vestir.

Fui buscando, entrando em lugares repletos de um colorido que reflete um passado curioso. Quem será que usou aquilo? Em que momento? E aquele vestido de noiva, o quanto esperado foi para celebrar a cerimônia dentro de seu branco triunfal? Em meio às peças, brinquedos, bijuterias, comprovei que quem pensa em brechó hoje, pode esquecer apenas o cheiro de naftalina e as poeiras que remetem ao guarda-roupa esquecido da vovó.


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Sonus silentium

Por Gustavo Dutra 

Nave principal da Catedral Metropolitana
Difícil não se lembrar da expressão consagrada por Simon & Garfunkel ao entrar num templo católico, mesmo num centro movimentado como o de Porto Alegre. Numa época que a Igreja de Roma vem enfrentando um decréscimo sensível no número de almas sob sua tutela, os templos do Centro mantêm um fluxo contínuo de fiéis que, se não têm tempo para as missas, dedicam ao menos alguns minutos da jornada diária em busca de paz de espírito.




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23 de jul. de 2012

Blogs na mira do copyright

Por Matheus Rosa e Victor Eskinazi

Interface do blog Um Que Tenha
É de proporção global e facilmente reconhecível a proliferação de comunidades, blogs e diversos outros recursos na internet para compartilhamento de diversos tipos de arquivos através da possibilidade do download instantâneo. Dentre esses arquivos possíveis de serem acessados estão livros, filmes e discos, muitas vezes salvaguardados por leis de copyright. Tal questão é um embate que tende a se agravar cada vez mais, e um motivo de muita preocupação para produtores culturais, gravadoras e demais entidades responsáveis pela demanda cultural nos meios pré-internet. Todo o conteúdo fica disponível para compartilhamento de qualquer computador com internet, desde lançamentos da indústria do cinema até discos raros e esquecidos por seus autores e fãs.

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19 de jul. de 2012

Carnificina em Paris

Por Matheus Rosa

Polanski no colo do elenco: Cristoph Waltz, Kate Winslet,
John C. Reilly e Jodie Foster / Foto: Divulgação
A adaptação da peça de teatro God Of Carnage (esta sim, em tradução literal Deus da Carnificina), da autora francesa Yasmina Reza e dirigida por Roman Polanski foi filmada em uma locação na cidade de Paris, apesar da trama original se passar e referir Brooklyn, Nova York, já que Roman Polanski encontra-se em situação judicial parecida com a de um prisioneiro na França por ter fugido de sentença nos Estados Unidos (se retornar ao país acabará sendo preso). Para os entusiastas de histórias de caráter étnico, esse quarteto de brancos está botando pra quebrar. A patrícia rica é interpretada por Kate Winslet, e o homem empresário é o ator "hans landa". Do outro lado, temos um casal cheio de gentilezas, e pela profissão histórica do marido (desde o início da vida desenvolve um ofício artesanal aprendido com o pai), um casal de judeus, ou pelo menos ele judeu e ela GENTIA, detalhe totalmente irrelevante se levarmos em consideração o filme em si.

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Não cessem as panelas

Por Guilherme Daroit

Fotos: Divulgação
Sempre gostei de comédias românticas. E de cinema argentino. Não sei ao certo listar os porquês, mas sempre criei empatia com filmes leves, descompromissados, com uma ou outra boa piada, que não têm por objetivo mostrar aos outros que são a melhor coisa do mundo. O que, paradoxalmente, não foi o caso de Medianeras, por essas terras acrescido do subtítulo “Buenos Aires na Era do Amor Virtual, união das duas vertentes, lançado em outubro de 2011 na terra dos panelaços.

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16 de jul. de 2012

Deus da carnificina: uma crítica à crítica de Polanski

Por Karyme Reis

O encontro entre os dois casais: Penelope (Jodie Foster)
e Michael (John C. Reilly) recebem a visita de Nancy (Kate Winslet)
 e Alan Cowan (Christoph Waltz) / Foto: Divulgação
Significado de carnificina: mortandade, extermínio, matança. Eis o título: Deus da Carnificina. Sem sinopses, trailers ou releases, poderia o espectador dar asas a sua mente e se deixar levar pelo imaginário, associando, possivelmente, tal título às tramas mais ensanguentadas das sessões de terror.  Entretanto o gênero não passa de uma comédia dramática, ou quem sabe, um drama cômico. Propõe uma reflexão sobre as relações humanas que são facilmente identificadas no cotidiano de qualquer espectador.

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A ressurreição do vinil

Por Gabriel Rizzo Hoewell

Fotos: Gabriel Rizzo Hoewell
A experiência do vinil é “tátil, visual e auditiva”, acredita João Augusto, o empresário que, em 2009, reabilitou a Polysom. A fábrica de vinis fechara em 2007, quando, após oito anos de atividade, começou a enfrentar problemas financeiros e técnicos. A Polysom não suportou a baixa demanda, que por um bom tempo fora apenas compensada pelos pedidos de fabricação de discos para igrejas evangélicas. A situação, no entanto, foi revertida, e o investimento que parecia arriscado tende a crescer junto com o mercado do vinil. Mesmo antes de reabrir, e já há muito tempo, a fábrica carioca era a única da América Latina. É provável, contudo, que esse posto seja deixado de lado em breve.

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Poemas no ônibus

Por Guilherme Daroit e Natasha Heinz

Reportagem para rádio sobre os poemas "publicados" nas janelas dos ônibus de Porto Alegre. Ouça aqui.


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Quando o feio bonito lhe parece

Por Priscila Mengue

Audrey Tautou é Nathalie / Divulgação
É preciso seguir em frente, trilhar novos caminhos, andar com as próprias pernas. Talvez esses tipos de metáforas e/ou clichês não sejam tão usuais na França, mas se encaixam no argumento de “A delicadeza do amor” (La Delicatésse). No filme, dirigido pelos cineastas estreantes David e Stéphane Foenkinos, o ato de caminhar é uma constante. Inicialmente, os passos de Nathalie (Audrey Tautou, de “Coisas belas e sujas”) percorrem uma rua recheada de toques de cor e integram o ritmo da trilha sonora. Afinal, logo após ela encontrará o apaixonado François (Pio Marmaï, de “O primeiro dia de tua vida”), seu futuro marido. A vida da protagonista se torna plena. No entanto, um acidente fatal a deixa viúva. Desde então, seu caminhar passa a ser arrastado, tudo fica cinza e a música se torna quase ausente. Num gesto simbólico, ela joga todos os pertences do falecido no lixo e se atira com todas as forças restantes no trabalho. Três anos depois, quando já havia angariado fama de workaholic, a personagem beija inesperadamente um novo colega de trabalho, o sueco Markus (François Damiens, de “O pequeno Nicolau”). A partir daí, o mundo certinho da trama começa a ruir e, nesse meio tempo, ocorre muito vai e vem por ruas, parques e corredores.

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6 de dez. de 2011

Devagar se vai longe

Slow Food – Por que grandes mudanças podem começar por um prato de comida

Por Daiane de David


Para o Slow Food, a conscientização alimentar passa pela experimentação dos mais variados alimentos/Crédito: Andy Ciordia

Atualmente, palavras como eficiência e rapidez são máximas que a maioria dos indivíduos buscam alcançar. Esse ritmo industrial contamina não apenas o ambiente de trabalho, mas muda hábitos simples, como o ato de alimentar-se. Reunir a família ou os amigos para uma refeição feita em casa, preparada com ingredientes saudáveis e degustada sem pressa tornou-se um evento raro, quase sempre relegado aos finais de semana. Enquanto isso, as redes de fast food, com sua comida padronizada, permanecem cheias, saciando a fome de uma sociedade cada vez mais acelerada.

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23 de jul. de 2011

Cosplay: uma divertida arte de criar

Por Priscila Muzykant e Rafael Gonçalves 

O cosplay é uma prática que vem sido desenvolvida principalmente por adolescentes e jovens, suscitando questionamentos sobre as suas motivações e modo de caracterização de personagens. Nos dias 14 e 15 de maio foi realizado o 14º AnimeXtreme, no colégio La Salle São João na capital gaúcha, reunindo mais de 10 mil visitantes, com a presença de cosplayers que participaram de variadas competições. Ao conhecer diversos cosplayers, foi possível perceber o entusiasmo, a diversão e a criatividade com que os mesmos desenvolvem essa atividade.

O escape e o distanciamento da realidade social são fatores recorrentes para a prática do cosplay/ Priscila Muzykant e Rafael Gonçalves

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