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7 de ago. de 2014

Um concerto e um balé



Por Ana Carolina Giollo



         Posso dizer com segurança que o 7º Concerto Oficial da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, no dia 03 de junho no Theatro São Pedro, foi um dos melhores que já vi. Confesso que não havia olhado o programa com atenção. Um concerto para viola, um balé. O concerto até que me pareceu interessante, mas não pude evitar de ficar meio apreensiva quanto ao balé, que às vezes exagera no violino e acaba soando muito... agudo.

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Superstar: a vez da interatividade e originalidade na TV

                                                            

Por Júlia Endress


Com um formato original, criado e lançado em Israel em 2013, o novo reality show musical da Globo conquista a audiência com verdadeiros espetáculos de bandas praticamente desconhecidas. O Superstar chegou ao Brasil no final de abril – antes até dos EUA - para embalar as noites de domingo. Além de todas as fases serem ao vivo, a ideia do programa é bastante atraente: durante os dois minutos em que um grupo se apresenta, o público vota por meio de um aplicativo para celulares e tablets – mais uma estratégia da emissora em termos de interatividade – e torna-se o protagonista na decisão dos que permanecem na competição. Outra inovação é permitir que os artistas escolham as músicas que irão tocar e que os jurados decidam quais conjuntos irão apadrinhar  – embora não haja formação de um time de cada técnico.

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14 de jul. de 2014

Xscape – Michael Jackson não morreu!


Foto: Reprodução
Por Maitê König


Pelo menos não para as gravadoras responsáveis pelo material do cantor. No dia 18 de maio, ficamos admirados ao ver, em uma apresentação do  Billboard Music Awards 2014, Michael Jackson cantando e dançando uma de suas músicas novas, “Slave to the Rhythm". Em um enorme telão, o holograma de Michael, diga-se de passagem, em ótima forma, fez toda a plateia o aplaudir de pé. Os hologramas, tão em moda atualmente, disputam lado a lado com os álbuns póstumos a condição de fazer um artista já falecido mais vivo do que nunca. Xscape, a segunda compilação póstuma de Michael Jackson, tornou-se o décimo álbum oficial de Michael Jackson e atingiu o primeiro lugar no Reino Unido. E ao que parece, ainda há muito material inédito do rei pop para ser lançado.


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A heterogênea América Latina de Jorge Drexler

Foto: Reprodução




Por Isadora Jacoby


Latino, dançante, poético: em seu décimo disco, Jorge Drexler apresenta um trabalho bastante distinto da sua discografia até então. Como ele mesmo afirma, Bailar en la Cueva se encontra no polo oposto de seus outros discos. Com canções bastante plurais entre si, Drexler fugiu do referencial homogêneo e deixou de lado o conceito linear de seus álbuns anteriores. Em seu novo trabalho, apresentou o tão falado groove latino de maneira totalmente diferente nas onze faixas do disco.

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17 de set. de 2013

A torta tinha que ser de amora

Por Jéssica Caroline Kilpp 


Foto: site Ler, Dormir, Comer
Cansada de “ser louca assim sozinha”, Clarice Falcão segue sua turnê pelo Brasil incluindo apresentações fora do eixo Rio – São Paulo. 

Faltava uma semana para o show de Clarice Falcão em Porto Alegre e já era impossível encontrar um par de ingressos. Quem quisesse sentar na Plateia Baixa, mais próximo do palco, deveria ir sozinho. Ou então, acompanhado, assistindo a uma miniatura de Clarice lá do fundo.


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No limiar das mídias

Por Luna Mendes

Foto: Luna Mendes
Misto entre o rádio e essa nova tecnologia que parece quebrar qualquer fronteira; a rádio Antena Negra sintonizada tanto pela FM 92.5 quanto pelo http://giss.tv:8000/antena_negra.mp3.m3u é um símbolo das novas possibilidades de produção e difusão da informação que a internet traz. Criada em 2007, transmitida na região central de Porto Alegre por uma antena que nem os próprios comunicadores sabem onde está e produzida a partir de diferentes pontos, a rádio garante a sua existência apesar de todos os obstáculos financeiros e burocráticos. Com um microfone simples e um PC razoável, diferentes coletivos libertários conseguem realizar uma produção que em nada perde para as rádios das indústrias de comunicação. Pulverização é um bom termo para definir a prática dos seus formadores, não existe uma sede centralizadora da informação, ela é difundida por diferentes pessoas em locais diversos que através das novas tecnologias tentam de alguma forma socializar a informação. Conversamos com Vicente Acrata, que participou da formação da rádio e manteve, durante o ano de 2010, o programa Vozes na Rua do coletivo anarquista Mentes Plurais.


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Jeneci: o (en)canto da nova MPB

Por Maria Fernanda Cavalcanti

Foto: Ariel Martini/Revista Noize
Azul. Era a cor da camisa que Marcelo Jeneci vestia em uma noite de setembro de 2009, no Salão de Atos da UFRGS. Lembro bem quando aquele moreno baixo de barba cerrada entrou bombardeando o silêncio com a delicadeza dos toques no piano, que fizeram as primeiras marolas no mar que estava por vir no microfone. A leveza e a potência nunca pareceram combinar tão bem quanto nas mãos e voz do jovem instrumentista. O show era dos mestres Luiz Tatit, Zé Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski, mas o encanto ficou por conta de Jeneci que estava prestes a lançar seu primeiro álbum e a um passo de se tornar uma das grandes revelações da nova música popular brasileira, com 27 anos.


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Aponta pro amanhecer e canta

Por Jéssica Caroline Kilpp 

Ana Muniz é uma guria de 16 anos. É muitas. Cantora, compositora, poeta, desenhista de bloquinho de notas, estudante do segundo ano do Ensino Médio. Artista.

Despontando como uma promessa entre tantos músicos com produção independente no país, ela aprendeu a tocar violão aos sete anos com o pai, Daniel Muniz, dentro de casa. A cantar, depois que a mãe comentou que sua voz era bonita – Ana, hoje, afirma que não era, mas atribui à frase a culpa pelo interesse no canto.


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29 de jul. de 2012

O som que vem do lixo

Por Matheus Chaparini

Começou com um processo natural. Eu queria um tambor. E eu tinha pouca grana. Mas algumas ideias. Depois vim a descobrir que isso era quase o suficiente.

Catei um porongo velho que tava parado há horas lá em casa, uma serra, uma lixa, uma faca sem ponta nem fio e tava feito o bojo. Um couro de bode – que furou em um tambor maior – tapava o buraco e uns metrinhos de corda davam a afinação. Faltava um par de aros, para esticar a pele e tava pronto!

Fui atrás de um serralheiro. Encontrei um bem bagaceiro, e até meio careiro. Deve ter me tirado pra banqueiro e quis me cobrar quase um tambor inteiro. Bem choradinho, saiu pela metade, uns vinte e cinco pila pelo que me lembro. Bueno, pagaria pelos aros e teria o tambor, ainda tava mais barato que na loja e – apertadinho, mas – ainda dentro do meu orçamento.

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25 de jul. de 2012

Paraquedas

Por Matheus Chaparini

Foto: Ariel Martini
Saiu o compacto da Apanhador Só.  Eu, que já esperava com certa ansiedade o lançamento, me agilizei para baixar. Apesar de não ser o vinil de verdade e de o meu Gradiente 79 estar sem as caixas originais, a qualidade do som ficou bem tri e eu consegui fazer o ritualzinho do vinil. O velho ritualzinho do vinil, fundamental para uma apreciação musical adequada e tão esquecido nesses tempos de mp3. E cabe aqui a autocrítica, visto que dedilho essas palavras de frente para um computador e quase de costas para o meu tão estimado Garrard que, coitado, está oprimido por uma pilha de tralhas que tem até uma bíblia.

Degustei, parei, pensei, ouvi de novo, e mais uma vez e, porra!, tá muito bom. Quero a bolachinha tão logo possível!

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23 de jul. de 2012

Blogs na mira do copyright

Por Matheus Rosa e Victor Eskinazi

Interface do blog Um Que Tenha
É de proporção global e facilmente reconhecível a proliferação de comunidades, blogs e diversos outros recursos na internet para compartilhamento de diversos tipos de arquivos através da possibilidade do download instantâneo. Dentre esses arquivos possíveis de serem acessados estão livros, filmes e discos, muitas vezes salvaguardados por leis de copyright. Tal questão é um embate que tende a se agravar cada vez mais, e um motivo de muita preocupação para produtores culturais, gravadoras e demais entidades responsáveis pela demanda cultural nos meios pré-internet. Todo o conteúdo fica disponível para compartilhamento de qualquer computador com internet, desde lançamentos da indústria do cinema até discos raros e esquecidos por seus autores e fãs.

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A Dama do Take Five

Por Karyme Reis e Natália Blumberg

Dona Ivone Pacheco ao piano
Doze de junho de dois mil e doze. Dia de céu azul, prédios cinza, rosa de amor, vermelho da paixão. Sorrisos bobos dentro do ônibus de amantes e seus celulares. Flores desfilando nas ruas, se encaminhando para os braços de algum amado. Não podia ter dia mais propício para uma pauta de amor. E ali estávamos em frente ao portão de Dona Ivone. Aplaudindo o lugar que serviu de encontro para muitos apaixonados por trinta anos. E acreditem, ainda serve. Ela já não desperdiça suas energias abrindo o portão, deixa isso para uma jovem que lhe auxilia com esses pormenores. E fomos seguindo a moça, observando os arredores, conservados pelo tempo, marcados pela vida.

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Vinho, lareira e kisses on the bottom

Por Francielle Caetano

Com claras referências ao jazz de Frank Sinatra e até um pouco de bossa nova, o último disco de Paul McCartney, Kisses on the Bottom, mostra um pouco do que o eterno Beatle escutava em sua infância trazendo canções que rememoram a década de 30 e 40.

Foto: Divulgação
Paul, que nos discos anteriores apresentava uma carreira praticamente solo ao fazer todos os arranjos de suas músicas e tocar vários instrumentos, deixa em seu novo disco as melodias das canções por conta da pianista Diana Krall e sua banda e mostra “apenas” a sua voz, que com setenta anos deixa a maior parte da geração do autotune no chinelo. Sir Paul mostra nas suas interpretações uma aura intimista e outonal que talvez não conquiste a todos, mas que certamente cumpre o seu papel de prestar uma homenagem aos que influenciaram o Sir e, porque não, contribuíram para ele ser o grande – se não o maior – músico do qual ainda podemos assistir a uma apresentação ao vivo (e estas normalmente são grandiosas como ele).

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16 de jul. de 2012

A ressurreição do vinil

Por Gabriel Rizzo Hoewell

Fotos: Gabriel Rizzo Hoewell
A experiência do vinil é “tátil, visual e auditiva”, acredita João Augusto, o empresário que, em 2009, reabilitou a Polysom. A fábrica de vinis fechara em 2007, quando, após oito anos de atividade, começou a enfrentar problemas financeiros e técnicos. A Polysom não suportou a baixa demanda, que por um bom tempo fora apenas compensada pelos pedidos de fabricação de discos para igrejas evangélicas. A situação, no entanto, foi revertida, e o investimento que parecia arriscado tende a crescer junto com o mercado do vinil. Mesmo antes de reabrir, e já há muito tempo, a fábrica carioca era a única da América Latina. É provável, contudo, que esse posto seja deixado de lado em breve.

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Folila mistura Mali e o mundo

Por Gabriel Rizzo Hoewell

Se fechar para a cultura de países ditos menos desenvolvidos nos priva, muitas vezes, de desfrutar de produtos de rara qualidade. A música africana é um caso de rica produção cujo acesso nos é impedido pelo preconceito ou por razões sociais e econômicas. Esse distanciamento, compreensível pelo abismo que separa a África do resto do mundo em diversos aspectos, foi superado por Amadou & Mariam.

Já há algum tempo a dupla deixou de ser simplesmente o casal cego de músicos malineses. Eles conseguiram romper essa barreira e se inserir, ainda que não com grande força, num cenário musical mais amplo. A consagração veio com a parceria com o francês Manu Chao, ícone da world music, que deixou sua mistura sonora característica em diversas faixas de Dimanche à Bamako, de 2005, quarto álbum da dupla, por ele produzido. De lá saíram preciosidades que não chegaram – e talvez nunca cheguem – aos ouvidos da grande massa, tais como Sénégal fast food ou Djanfa.

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A volta do Araújo

Por Sarita Reed


Importante centro de manifestações artísticas e políticas de Porto Alegre, o Auditório Araújo Vianna está prestes a ser devolvido para a cidade. Após permanecer sete anos fechado, as reformas do espaço cultural se encaminham para o fim, e a previsão é de que ele seja reinaugurado no início do segundo semestre de 2012.

Projeto do novo Araújo Viana / Foto: Simon Engenharia
Vencedora do edital de licitação da Parceria Público-Privada (PPP) feita em 2007 pela prefeitura, a Opus Promoções ficou responsável pela reforma interna e externa do Araújo, como é mais popularmente conhecido pelos porto-alegrenses. Em troca, a empresa terá um prazo de 10 anos para explorar comercialmente o local. A Opus poderá agendar o Araújo Vianna durante esse período em 75% das datas anuais, sendo que, no restante dos dias, ele poderá ser utilizado pela Prefeitura. De acordo com Carlos Caramez, coordenador geral do processo de reforma pela Opus, o custo total das obras ficará em torno de 18 milhões de reais. Há 36 anos no mercado, a empresa gaúcha se destaca no cenário cultural do estado pelos mais de quatro mil espetáculos produzidos, operando em locais como os teatros São Pedro e Bourbon Country.

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11 de dez. de 2011

Clarice Falcão e as tortas de amora

Por Bruno Cobalchini Mattos
 

Há algo de profundamente perturbador no ato de assistir ao vídeo em que Clarice Falcão interpreta Uma canção sobre o amor, ah o amor.... O vídeo de produção caseira retrata a garota carioca vem chamando a atenção no YouTube por ter acumulado, em menos de um mês, quase um milhão de visualizações. Atriz por profissão, Clarice nunca havia trabalhado como cantora até então. A jovem possui breves passagens por novelas da Globo, mas sempre em papéis de coadjuvante – sua ocupação não justifica, portanto, a visibilidade que o vídeo vem adquirindo.



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10 de dez. de 2011

Born this way

Por Rafael Maia 
Imagens Divulgação
 

É fácil enxergar as firulas da Lady GaGa. Parte porque está exposto aos olhos, parte porque é o que se espera dessa artista com base nos trabalhos anteriores, "The Fame" e "The Fame Monster", que, com letras leves, porém bem escritas no universo pop, traziam uma cantora com apelo sensual da dance music - o que foi corroborado pelas zilhões de aparições públicas que tomaram conta dos meios de comunicação nos últimos dois anos.

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A música escondida dentro dos melhores arcos do mundo

Por Rafael Maia
Fotos Rafael Maia


Michael Jackson, Maria Callas, Madonna, Kylie Minogue, Angela RoRo, Secos e Molhados. Esses são só alguns dos muitos vinis expostos nas paredes do Espaço Cultural Qorpo Santo, abrigado pelos arcos do Viaduto Otávio Rocha, no coração de Porto Alegre e em todos os outros órgãos do corpo do criador Adacir J. Flores. "Não existem arcos como esse no munto inteiro. Talvez em Conpenhagen, na Dinamarca. Mas os daqui são melhores", explicou com cuidado Flores. Duvidar para quê? O melhor é se deixar levar pela musicalidade do local. É tudo muito bagunçado para quem vê. Os vinis - alguns muito raros - estão espalhados por debaixo das mesas, em cima das prateleiras, por entre os livros, as revistas, os CDs, a poeira, os relógios antigos e as pessoas que visitam a loja. Mas para o seu Adacir, tuda está muito organizado na cabeça de 50 anos, dos quais 25 são dedicados à existência da loja.

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7 de dez. de 2011

Neighborhoods: o amadurecimento do Blink 182

Por Vicente Andrade de Carvalho

Da esquerda para a direita: Mark Hoppus, Tom DeLonge e
Travis Barker/ Crédito: Ricardo de Aratanha/Los Angeles Times
“Algumas pessoas querem o Blink 182 da época de ‘What’s My Age Again?’ usando bermudas da Dickies e camisetas da Hurley, correndo por aí sendo bobos e gritando. Nós sempre tentamos manter a cabeça baixa e fazer o nosso.”
Mark Hoppus, vocalista e baixista do Blink 182 em declaração dada pouco antes do lançamento de “Neighborhoods”

Em 2005, o Blink 182 anunciava um hiato nos trabalhos da banda, motivado por divergências entre os seus integrantes. O baterista Travis Baker e o baixista e vocalista Mark Hoppus foram para um lado e formaram o + 44 - que teve o único álbum lançado em 2006 - enquanto o outro vocal, Tom Delonge dava início ao Angels and Airwaves, com 4 discos lançados. Foi quando um acidente de avião em 2008 quase tirou a vida de Travis. O suficiente para os outros dois integrantes da banda deixarem suas diferenças de lado e retomar o Blink 182 um ano depois.

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